quarta-feira, 27 de agosto de 2008

para Darcy


Roma lagu tropico de mel, Leme doci portugal amor
George Cardoso e Beto Vianna

Um quase preto, talvez quase branco
Um brasilíndio hipermoderno franco
Desafricanizado gasto, catequizado mairun
Peró guerreiro santo pintado de urucum
Bantumineiro, iorubaiano,
Pernambucaboclo luso-montesclareando
Da nêga remestiça raça baticum
Universo aberto pra quem é nenhum
E nessa terra de brasis, quem diz, quem diz
Que o loiro-aço não veio da África?
E que o nego mina de cabelo maxakali
Não é irmão mais velho do verde-vermelho guarani...
E pro moinho cultural, eu também vim,
Moer o fazimento do meu degredo daqui, Darcy,
Bebendo a loucura da redenção em cauim
O banzo bate forte nas peles trançadas por mim

3 comentários:

Beto Vianna disse...

Sem comentários.

Comentarista disse...

Sou um comentarista.

geo disse...

maravilha, Betão. saudades de tu, cabra. vc adequou legal. bala! beijão!

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Haicai (do Conde Arthur)

No branco da paz,
giram, turbinadas
as emoções de toda as cores

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